Star Trek – Into The Darkness

Verdade seja dita, eu não sou o maior fã de Star Trek. Sempre fui maluco pela fantasia científica genial do Star Wars, mas vez ou outra arrisco uma assistida em alguma coisa da franquia “rival”. Desde a série clássica, passando por alguns filmes, até o filme de 2009, pouca coisa me atraiu muito para o lado Trekkie da Força (com exceção do The Wrath of Khan).

Isso até ontem, quando fui assistir Star Trek: Além da Escuridão. E o filme não peca em quesito algum, sendo extremamente bem executado em vários e vários termos. A começar pelo roteiro, que conta uma história simples – porém efetiva -, mas repleta de revelações interessantíssimas.

A cinematografia, mesmo recheada de Lens Flare, cria cenas hipnotizantes e muito bonitas, especialmente em momentos como na ilha do começo do filme, na Londres futurista e na volta da Enterprise à Terra. Nesse quesito, inclusive, chegou a lembrar bastante o Mass Effect, o que me deixa muito feliz  (Até porque, vamos lembrar, com Pacific Rim saindo pela mesma produtora do Mass Effect e com um Star Trek sendo dirigido de forma similar ao jogo, eu fico bastante esperançoso por esse material cinematográfico que está por vir)

Mas o grande trunfo do filme está nas atuações e nos personagens. O desenvolvimento do Kirk e do Spock é SENSACIONAL, culminando numa das cenas mais intensas que já vi em toda a franquia Star Trek (e mais intensas que qualquer cena que já vi em Star Wars). O Zachary Quinto é um Spock excepcional, e a forma como ele encarna o personagem deve o Leonard Nimoy orgulhoso. Já o Benedict Cumberbatch estoura qualquer medidor de nível de atuação, com suas expressões faciais e sua voz impostada criando as nuances perfeitas para o seu personagem. Sem sombra de dúvida, a melhor atuação do filme está por conta dele, e sozinho já vale o seu ingresso.

Resumidamente falando, Star Trek: Além da Escuridão é um filme que agrada qualquer fã de ficção científica, explode a cabeça de qualquer pessoa que acompanhou a série/filmes (categoria na qual me encaixo) e deve fazer chorar qualquer Trekkie de longa data. Eu, sem sombra de dúvida, já o tenho como um dos meus filmes de sci-fi favoritos do ano. Merece a assistida (:

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